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Mahmoud Darwish (1941–2008)

Författare till Unfortunately, It Was Paradise: Selected Poems

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Om författaren

Arab poet Mahmoud Darwish was born on March 15, 1941. He was considered the Palestinian national poet and won numerous awards for his work including the 1969 Lotus Prize, the 1983 Lenin Peace Prize, and the 2001 Lannan Foundation Prize for Cultral Freedom. His best known work was Identity Card visa mer (1964). He also edited the journal Al Karmel and wrote the Palestinian declaration of independent statehood. He died from complications of heart surgery on August 9, 2008. (Bowker Author Biography) visa färre
Foto taget av: Mahmoud Darwish at University of Bethlehem (2006)

Verk av Mahmoud Darwish

In the Presence of Absence (2010) 131 exemplar
The Butterfly's Burden (2007) 125 exemplar
Journal of an Ordinary Grief (1973) — Författare — 90 exemplar
If I Were Another: Poems (2009) 67 exemplar
Mural (2003) 67 exemplar
Almond Blossoms and Beyond (2005) 44 exemplar
The Adam of Two Edens (2000) 28 exemplar
Palestine as Metaphor (2019) 20 exemplar
The Stranger's Bed (1999) 10 exemplar
Halat hisar (Arabic Edition) (2002) 9 exemplar
Ne t'excuse pas (2006) 6 exemplar
Sand and Other Poems (1986) 6 exemplar
Now, As You Awaken (2007) 5 exemplar
Menos rosas (2001) 4 exemplar
al-A'mal al-jadidah (2009) 4 exemplar
يوميات الحزن… (2009) 4 exemplar
The Raven's Ink: A Chapbook (2001) 3 exemplar
Il giocatore d'azzardo (2015) 3 exemplar
From Beirut (1992) 3 exemplar
Psalms : poems (1994) 2 exemplar
Palestine, mon pays (1988) 2 exemplar
Der Würfelspieler (2009) 2 exemplar
Selected Poems (1973) 2 exemplar
Estado de sitio (2002) 1 exemplar
Exile 1 exemplar
New American Writing 23 (2005) 1 exemplar
Eleven Planets 1 exemplar
Poemas 1 exemplar
I See What I Want 1 exemplar
Ati Neden Yalniz Biraktin (2017) 1 exemplar
L'exil recommencé (2013) 1 exemplar
ورد أقل (2013) 1 exemplar
Poesía escogida (1966-2005) (2008) 1 exemplar
Desde Palestina (1989) 1 exemplar
Wo du warst und wo du bist (2004) 1 exemplar
NERO 1 exemplar
Das Helle und das Dunkle. (2004) 1 exemplar
Plus rares sont les roses (1989) 1 exemplar
Das ist meine Welt. (2004) 1 exemplar
Främlingens säng (2006) 1 exemplar
Das Weltall. 1 exemplar

Associerade verk

Against Forgetting: Twentieth-Century Poetry of Witness (1993) — Bidragsgivare — 338 exemplar
The Vintage Book of Contemporary World Poetry (1996) — Bidragsgivare — 312 exemplar
Granta 107: Summer Reading (2009) — Bidragsgivare — 100 exemplar
One World of Literature (1992) — Bidragsgivare — 24 exemplar
Ghost Fishing: An Eco-Justice Poetry Anthology (2018) — Bidragsgivare — 9 exemplar
Manpareka Kehi Kavita (2001) — Bidragsgivare — 1 exemplar
Hambone, No. 3 — Bidragsgivare — 1 exemplar

Taggad

Allmänna fakta

Medlemmar

Recensioner

Esquivando-se ao espartilho da categorização, o presente livro não se deixa arrumar num lugar fixo. Nas palavras de Darwich, em entrevista concedida a Mohammad Shaheen, «[Na Presença da Ausência] não é poesia nem prosa. Não é autobiografia nem romance.» Transita entre géneros, mescla-os, manipula-os, e faz-se num edifício que desafia a própria noção de género, ancorado no desígnio primeiro de «celebração da estética da linguagem».

Do prefácio, Manuel Alberto Vieira

Volta a ser criança. Ensina-me a poesia. Ensina-me o ritmo do mar. Restitui às palavras a sua inocência primeira. Faz-me nascer de um grão de trigo, não de uma ferida. Faz-me nascer e devolve-me a um mundo anterior ao significado para que possa abraçar-te na erva. Ouves-me? A um mundo anterior ao significado. As árvores altas caminhavam connosco enquanto árvores, não enquanto significado. A lua despida rastejava connosco. Uma lua, não um prato argênteo. Volta a ser criança. Ensina-me a poesia. Ensina-me o ritmo do mar. Toma-me pela mão para que possamos atravessar juntos o abismo que separa a noite do dia. Juntos aprenderemos as primeiras palavras e construiremos um ninho secreto para o pardal, o nosso terceiro irmão. Volta a ser criança para que eu possa ver o meu rosto no teu espelho. Tu és tu? Eu sou eu? Ensina-me a poesia para que eu possa escrever-te uma elegia agora, agora, agora. Como tu ma escreves a mim! (less)
… (mer)
 
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filinto_m | 2 andra recensioner | Jun 26, 2021 |
علي قدر حلمك تتسع الأرض
 
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Maaly_Ahmed | Aug 23, 2019 |
للخوف ملمس ثعلب يغوي فلا ندري:
تروضنا الثعالب أم نروضها
ونخشي جاذبية كل شىء غامض ونحبها كي نبلغ المجهول
لكني أخاف طريقتي في جس نبض الكون
أحيانا أخاف عليا من غيري وأخشي دائما نفسي الشريدة
 
Flaggad
Maaly_Ahmed | Aug 23, 2019 |
لِيَ خَلْفَ السَّماءِ سَماءُ لأَرْجعَ، لكِنَّني لاَ أزالُ أُلمِّعُ مَعْدِن هذا الْمَكان، وَأًحْيا ساعَةً تُبْصِرُ الغَيبَ. أعْرِفُ أنَّ الزَّمانْ لا يُحالِفُني مَرَّتَيْن، وأعْرفُ أنّي سأخْرُجُ مِنْ رايتَي طائِراً لا يَحُطُّ على شَجَرٍ في الحَديقَةْ
 
Flaggad
Maaly_Ahmed | Aug 23, 2019 |

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