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Gilbert Ryle (1900–1976)

Författare till The Concept of Mind

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Om författaren

Gilbert Ryle exerted an influence over academic philosophers in the English-speaking world almost without equal at midcentury. As Waynefleet Professor of Philosophy at Oxford University and as G. E. Moore's successor to the editorship of Mind, the most prestigious philosophical journal in Great visa mer Britain, Ryle shaped the orientation of philosophical discussion for more than a decade. Independently of Ludwig Wittgenstein, he invented a philosophical method of linguistic analysis, maintaining indeed that systematic confusions in theory stemmed from misleading grammatical expressions. Ryle's most remarkable contribution to philosophy, however, was in the area of philosophy of mind. His crowning achievement was The Concept of Mind (1949). Utilizing his method of linguistic analysis on a discourse about mind and the mental, he maintained that the radical distinction between mind and body, Cartesian dualism, stemmed from category mistakes. A felicitous writer with a distinctively colloquial style free of jargon, Ryle invented phrases---such as "the ghost in the machine" to indicate supposed Cartesian mental substance---that still reverberate in the literature of philosophy and psychology. (Bowker Author Biography) visa färre

Inkluderar namnen: Gilbert Ryle, Gilbert Ryle

Foto taget av: Gilbert Ryle

Verk av Gilbert Ryle

Associerade verk

Philosophy of Mind: Classical and Contemporary Readings (2002) — Bidragsgivare — 293 exemplar, 1 recension
The Linguistic Turn: Essays in Philosophical Method (1967) — Bidragsgivare — 200 exemplar, 1 recension
Western Philosophy: An Anthology (1996) — Författare, vissa utgåvor191 exemplar
The Range of Philosophy: Introductory Readings (1964) — Bidragsgivare — 54 exemplar
Philosophical Issues: A Contemporary Introduction (1972) — Bidragsgivare — 17 exemplar

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Recensioner

Um livro wittgensteiniano para combater erros filosóficos envolvendo o conceito de mente: a ideia de dois mundos, um físico e outro não; a tentação a postular explicações causais sobre fenômenos mentais e do eu, em que não-entidades e entidades de sombra são evocadas, ou ações duplicadas em uma ação de fazer e outra de pensar, esta última misteriosa; a criação de mistérios por emprego filosófico equivocado de certas palavras, não obedecendo a gramática (ao uso específico de certas expressões), ou supondo uma unidade conceitual inexistente na linguagem. Para tudo isso Ryle habilmente introduz considerações pragmáticas, e roga que olhemos para os comportamentos, ações e normas envolvidas em atividades ditas mentais, e paremos de pressupor uma mente oculta que os explicaria ou os comandaria.

Um excelente livro, focado em filosofia da linguagem, que ajuda a evidenciar equívocos filosóficos diversos e mesmo quando discordamos com argumentos, a formular com mais cuidado o conhecimento sobre o que é dito mental. Dois poréns: a imagem do fantasma na máquina é bastante legal, mas a concepção de cartesiano de Ryle monta um espantalho da visão mais complexa e nuançada do próprio Descartes. Também, filosofias da mente informadas pela neurociência e pela psicologia atuais reintroduzem abordagens e considerações que seriam descartadas por esse livro, por apoiarem-se fora da linguagem e da filosofia, para depois construirem seu arcabouço teórico. Mesmo assim, acredito (sem muito aprofundamento, entretanto) que a construção da importância da normatividade de Ryle sobrevive, a evitar excessivo reducionismo científico.
… (mer)
 
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henrique_iwao | 3 andra recensioner | Aug 30, 2022 |
Reasoning that comes off as cloying and pedantic, frequent seeming misrepresentations of the position Ryle argues against (although it's very hard to tell, since he doesn't give explicit references to books he thinks get things wrong), terminological distinctions which don't match up with my everyday understandings of words (which explicitly clashes with Ryle's supposed plain English style), a literary style which comes off as someone who loves Wittgenstein but isn't nearly as clever... Doesn't matter how many of his conclusions I agree with or feel kinship with, this book is a flop stylistically.… (mer)
 
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schumacherrr | 3 andra recensioner | Feb 21, 2022 |
 
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laplantelibrary | 3 andra recensioner | Dec 13, 2021 |
The Concept of Mind by Gilbert Ryle (1949)
 
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leese | 3 andra recensioner | Nov 23, 2009 |

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