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Distinction: A Social Critique of the Judgement of Taste (1979)

av Pierre Bourdieu

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1,226911,392 (4)10
No judgment of taste is innocent. In a word, we are all snobs. Pierre Bourdieu brilliantly illuminates this situation of the middle class in the modern world. France's leading sociologist focuses here on the French bourgeoisie, its tastes and preferences. Distinction is at once a vast ethnography of contemporary France and a dissection of the bourgeois mind. In the course of everyday life people constantly choose between what they find aesthetically pleasing and what they consider tacky, merely trendy, or ugly. Bourdieu bases his study on surveys that took into account the multitude of social factors that play a part in a French person's choice of clothing, furniture, leisure activities, dinner menus for guests, and many other matters of taste. What emerges from his analysis is that social snobbery is everywhere in the bourgeois world. The different aesthetic choices people make are all distinctions--that is, choices made in opposition to those made by other classes. Taste is not pure. Bourdieu finds a world of social meaning in the decision to order bouillabaisse, in our contemporary cult of thinness, in the "California sports" such as jogging and cross-country skiing. The social world, he argues, functions simultaneously as a system of power relations and as a symbolic system in which minute distinctions of taste become the basis for social judgment. The topic of Bourdieu's book is a fascinating one: the strategies of social pretension are always curiously engaging. But the book is more than fascinating. It is a major contribution to current debates on the theory of culture and a challenge to the major theoretical schools in contemporary sociology.… (mer)

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culture (15)
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Hemingway is my favorite author. I read this after being determined to read whatever I could find by Hemingway. It may help that I'm originally from Florida and I like to drink ... ( )
  DBrigandi | Jul 3, 2017 |
It's hard to rate a book like this on a five-star scale. It's not pleasure reading, that's for sure, but I learned a ton, and Bourdieu's theory of cultural capital and social distinction is provocative. ( )
  jalbacutler | Jan 10, 2017 |
It's dated, overlong, and the prose is convoluted; however, the insights into the social construction of taste are thought provoking. Why do we like what we like? How much of our preferences are due to class envy, education, or economic circumstances?

The final chapter, on Kant's Critique of Judgment, shows how even so-called pure aesthetics is "grounded in an empirical social relation," how pleasure itself becomes part of the way "dominant groups...ride roughshod over difference, flouts distinction, [and] reduces the distinctive pleasures of the soul to the common satisfactions of food and sex."

Bourdieu also makes prescient comments on the tendencies of statisticians and sociologists to create artificial dichotomies and ends up suggesting that intellectuals may not be best placed to comment on bourgeois and working class taste. ( )
  le.vert.galant | Jan 26, 2015 |
(just a few chapters for class) ( )
  alycias | Apr 4, 2013 |
SUMÁRIO:

[009] - Introdução;

PRIMEIRA PARTE: CRÍTICA SOCIAL DO JULGAMENTO DO GOSTO

[023] - 1. Títulos e ascendências de nobreza cultural:
[023] - Titulos de nobreza cultural;
[027] - O efeito do título;
[032] - A disposição estética;
[034] - O gosto puro e o "gosto bárbaro";
[035] - A "estética" popular;
[037] - O distanciamento estético;
[043] - Uma "estética" antikantiana;
[045] - Estética, é tica e estetismo;
[051] - A neutralização e o universo dos possíveis;
[054] - A distância da necessidade;
[056] - O senso estético como senso da distinção;
[062] - Ascendência de nobreza cultural;
[064] - As maneiras e a maneira de adquirir;
[067] - Os "doutos" e os "mundanos";
[073] - A experiência e o saber;
[075] - O mundo de origem;
[078] - O capital herdado e o capital adquirido;
[082] - Os dois mercados;
[088] - Fatores e poderes.;
(.)
SEGUNDA PARTE: A ECONOMIA DAS PRÁTICAS:
[095] - 2. O espaço social e suas transformações;
[097] - Condição de classe e condicionamentos sociais;
[097] - Variáveis e sistemas de variáveis;
[101] - A classe contruída;
[103] - Classe social e classe de trajetóriais;
[106] - Capital e mercado;
[107] - Um espaço com três dimensões;
[122] - As estratégias de reconversão;
[123] - Classificação, desclassificação, reclassificação;
[128] - Estratégias de reconversão e transformações morfológicas;
[134] - O tempo de compreender;
[135] - Uma geração enganada;
[142] - A luta contra a desclassificação;
[151] - As lutas de concorrência e a translação da estrutura.
(.)
[162] - 3. O habitus e o espaço dos estilos de vida;
[167] - A homologia entre os espaços;
[168] - A forma e a substância;
[174] - Três maneiras de se distinguir;
[184] - Sem cerimônia ou falta de educação;
[190] - O visível e o invisível;
[196] - Os universos de possíveis estilísticas.
(.)
[212] - 4. A dinâmica dos campos;
[215] - A correspondência entre a produ;ção dos bens e a produção dos gostos;
[218] - O efetio das homologias;
[225] - As afinidades eletivas;
[229] - As lutas simbólicas.
(.)
TERCEIRA PARTE: GOSTOS DE CLASSE E ESTILOS DE VIDA:
[241] - 5. O senso da distinção;
[247] - Os modos de apropriação da obra de arte;
[264] - As variantes do gosto dominante;
[276] - A marca do tempo;
[296] - Grandezas temporais e grandezas espirituais.
(.)
[298] - 6.A boa vontade culutral;
[300] - Conhecimento e reconhecimento;
[307] - A escola e o autodidata;
[310] - O pendor e a propensão;
[318] - As variantes do gosto pequeno-burguês;
[325] - A pequena burguesia em declínio;
[329] - A pequena burguesia de execução;
[333] - A nova pequena burguesia;
[343] - Do dever ao dever de prazer.
(.)
[350] - 7. A escolha do necessário;
[351] - O gosto de necessidade e o princípio de conformidade;
[360] - Os efeitos da dominação.
(.)
[371] - 8. Cultura e política;
[373] - Censo e censura;
[378] - Competência e incompetência estatutárias;
[384] - O país legal;
[388] - A opinião pessoal;
[391] - Os modos de produção da opinião;
[400] - Desapossamento e desvio;
[406] - Ordem moral e ordem política;
[410] - Habitus de classe e opiniões;
[412] - A oferta e a demanda de opiniões;
[422] - O espaço político;
[424] - O efeito próprio da trajetória;
[434] - Conclusão. Classes e classificações;
[435] - Estruturas sociais incorporadas;
[438] - Um conhecimento sem conceito;
[440] - Atribuições interesseiras;
[444] - A luta das classificações;
[446] - Realidade da representação e representação da realidade;
[448] - Post-scriptum. elementos para um crítica "vulgar" das críticas "puras";
[448] - A aversão pelo fácil;
[450] - O "gosto pela reflexão"e o "gosto pelos sentidos";
[453] - Uma relação social degenerada;
[455] - Parerga e paralipomena;
[459] - O prazer da leitura;
[461] - Anexo 1. Algumas reflexões sobre o método;
[477] - Anexo 2. Fonstes complementares;
[482] - Anexo 3. Os dados estatísticos;
[482] - A pesquisa;
[488] - Outras fontes;
[492] - Anexo 4. Um jogo de sociedade;
[503] - Notas.
  SaraivaOrelio | May 5, 2012 |
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Dedikation
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I have every reason to fear that this book will strike the reader as 'very French' - which I know is not always a compliment.
Citat
Avslutande ord
Särskiljningsnotis
Förlagets redaktörer
På baksidan citeras
Ursprungsspråk
Kanonisk DDC/MDS
No judgment of taste is innocent. In a word, we are all snobs. Pierre Bourdieu brilliantly illuminates this situation of the middle class in the modern world. France's leading sociologist focuses here on the French bourgeoisie, its tastes and preferences. Distinction is at once a vast ethnography of contemporary France and a dissection of the bourgeois mind. In the course of everyday life people constantly choose between what they find aesthetically pleasing and what they consider tacky, merely trendy, or ugly. Bourdieu bases his study on surveys that took into account the multitude of social factors that play a part in a French person's choice of clothing, furniture, leisure activities, dinner menus for guests, and many other matters of taste. What emerges from his analysis is that social snobbery is everywhere in the bourgeois world. The different aesthetic choices people make are all distinctions--that is, choices made in opposition to those made by other classes. Taste is not pure. Bourdieu finds a world of social meaning in the decision to order bouillabaisse, in our contemporary cult of thinness, in the "California sports" such as jogging and cross-country skiing. The social world, he argues, functions simultaneously as a system of power relations and as a symbolic system in which minute distinctions of taste become the basis for social judgment. The topic of Bourdieu's book is a fascinating one: the strategies of social pretension are always curiously engaging. But the book is more than fascinating. It is a major contribution to current debates on the theory of culture and a challenge to the major theoretical schools in contemporary sociology.

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