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The Lusiads (1572)

av Luís Vaz de Camões

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1,1242713,690 (3.81)40
First published in 1572, The Lusiads is one of the greatest epic poems of the Renaissance, immortalizing Portugal's voyages of discovery with an unrivalled freshness of observation.At the centre of The Lusiads is Vasco da Gama's pioneer voyage via southern Africa to India in 1497-98. The first European artist to cross the equator, Camoes's narrative reflects the novelty and fascination of that original encounter with Africa, India and the Far East. The poem's twin symbolsare the Cross and the Astrolabe, and its celebration of a turning point in mankind's knowledge of the world unites the old map of the heavens with the newly discovered terrain on earth. Yet it speaks powerfully, too, of the precariousness of power, and of the rise and decline of nationhood,threatened not only from without by enemies, but from within by loss of integrity and vision.The first translation of The Lusiads for almost half a century, this new edition is complemented by an illuminating introduction and extensive notes.… (mer)
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Os Lusíadas é uma obra de poesia épica do escritor português Luís Vaz de Camões, a primeira epopeia portuguesa publicada em versão impressa. ( )
  cbm-biblioteca | Oct 6, 2021 |
Uma das mais famosas obras de Camões. Dividida em 10 cantos. O autor exalta os bravos feitos dos antigos navegadores lusitanos. Todas as conquistas e glórias dos portugueses estão descritas em sublimes versos que enaltecem Camões como o maior dos clássicos da língua portuguesa.
  matheus1berto21 | Jul 15, 2021 |
Enfrentando os perigos do mar e cruzando os limites do mundo conhecido, o capitão Vasco da Gama e sua tripulação empreendem uma viagem que ficaria marcada na história portuguesa. Em sua jornada, os navegantes terão de escapar dos ardis de Baco e da ira dos mouros; para tanto, contarão com o favor de Júpiter e Vênus, bem como da Divina Providência – na epopeia, a fé cristã e a mitologia greco-latina coexistem. Os Lusíadas têm uma importância central na literatura de língua portuguesa: trata-se da obra que consolidou o português moderno e elevou o idioma ao patamar de língua de cultura. Com sua epopeia, Camões consagrou-se como nosso maior poeta. Mais do que sintetizar os anseios de uma nação e de todo um período histórico – glória reservada a poucos –, com “Os Lusíadas”, Camões imortalizou-se como um tesouro português legado à humanidade.
  matheus1berto21 | Jul 15, 2021 |
Enfrentando os perigos do mar e cruzando os limites do mundo conhecido, o capitão Vasco da Gama e sua tripulação empreendem uma viagem que ficaria marcada na história portuguesa. Em sua jornada, os navegantes terão de escapar dos ardis de Baco e da ira dos mouros; para tanto, contarão com o favor de Júpiter e Vênus, bem como da Divina Providência – na epopeia, a fé cristã e a mitologia greco-latina coexistem. Os Lusíadas têm uma importância central na literatura de língua portuguesa: trata-se da obra que consolidou o português moderno e elevou o idioma ao patamar de língua de cultura. Com sua epopeia, Camões consagrou-se como nosso maior poeta. Mais do que sintetizar os anseios de uma nação e de todo um período histórico – glória reservada a poucos –, com “Os Lusíadas”, Camões imortalizou-se como um tesouro português legado à humanidade.
  BolideBooks | May 14, 2021 |
Canto I

O épico começa com uma seção de dedicações, com o poeta homenageando Virgílio e Homero. A primeira linha imita a linha de abertura da Eneida, e presta uma homenagem esperançosa ao jovem rei Sebastião. A história então retrata os deuses da Grécia vigiando a viagem de Vasco da Gama. Assim como os deuses dividiram lealdades durante as viagens de Odisseu e Enéias, aqui Vênus, que favorece os portugueses, é combatida por Baco, que aqui está associado ao Oriente e se ressente da invasão de seu território. Encontramos Vasco da Gama no meio da viagem, contornando o Cabo da Boa Esperança. A pedido de Baco, que está disfarçado de mouro, os muçulmanos locais planejam atacar o explorador e sua tripulação.

Canto II

Dois batedores enviados por Vasco da Gama são enganados por um altar falso criado por Baco a pensar que há cristãos entre os muçulmanos. Assim, os exploradores são atraídos para uma emboscada, mas sobrevivem com sucesso com a ajuda de Vênus. Vênus implora a seu pai Jove, que prevê grandes fortunas para os portugueses no oriente. A frota pousa em Melinde, onde é recebida por um sultão amigo.

Canto III

Após um apelo do poeta a Calliope, a musa grega da poesia épica, Vasco da Gama começa a narrar a história de Portugal. Começa por referir a situação de Portugal na Europa e a lendária história de Lusus e Viriathus. Seguem-se passagens sobre o significado da nacionalidade portuguesa e, a seguir, uma enumeração dos feitos guerreiros dos reis da 1ª Dinastia, de Dom Afonso Henriques a Dom Fernando. Episódios que se destacam incluem Egas Moniz e a Batalha de Ourique no reinado de D. Afonso Henriques, a formosíssima Maria na Batalha do Salado e Inês de Castro no reinado de D. Afonso IV.

Canto IV
Vasco da Gama continua a narrativa da história de Portugal contando a história da Casa de Aviz desde a Crise de 1383-85 até o momento do reinado de Dom Manuel I, quando a armada de Vasco da Gama partiu para a Índia. A narrativa da Crise de 1383-85, que se centra principalmente na figura de Nuno Álvares Pereira e na Batalha de Aljubarrota, é seguida pelos acontecimentos dos reinados de D. João II, nomeadamente os relacionados com a expansão para África.

A seguir a este incidente, o poema narra a viagem marítima à Índia - um objetivo que D. João II não cumpriu em vida, mas que se realizaria com Dom Manuel, a quem os rios Indo e Ganges surgiram em sonhos prenunciando as futuras glórias dos Orientar. Este canto termina com a partida da Armada, cujos marinheiros se surpreendem com as palavras profeticamente pessimistas de um velho que estava na praia entre a multidão. Este é o episódio do Velho do Restelo.

Este personagem é a representação da contestação da época contra as aventuras dos descobrimentos. Havia quem pensasse que era puro orgulho e simplesmente suicídio tentar estes projetos de navegar para partes longínquas do mundo; uma perda de recursos e homens, que fariam falta na luta contra os inimigos mouros ou para a defesa do reino contra uma eventual invasão castelhana.

O episódio entrou no imaginário português. A expressão passou a significar o conservadorismo, o mau agoiro, a má-vontade e a falta de espírito de aventura, frente a projectos originais que exigem alguma ousadia.

Canto V

A história segue para o Rei de Melinde, descrevendo a viagem da Armada de Lisboa a Melinde. Durante a viagem, os marinheiros veem o Cruzeiro do Sul, o Fogo de Santo Elmo (redemoinho marítimo), e enfrentam uma variedade de perigos e obstáculos como a hostilidade dos indígenas no episódio de Fernão Veloso, a fúria de um monstro no episódio de o gigante Adamastor e a doença e a morte causadas pelo escorbuto. Canto V termina com a censura do poeta a seus contemporâneos que desprezam a poesia.

Canto VI

Depois da narrativa de Vasco da Gama, a armada sai de Melinde guiada por um piloto para ensinar-lhes o caminho até Calicute. Baco, vendo que os portugueses estão para chegar à Índia, pede ajuda a Netuno, que convoca um "Concílio dos Deuses Marinhos" cuja decisão é apoiar Baco e lançar fortes ventos para afundar a armada. Então, enquanto os marinheiros ouvem Fernão Veloso contar o lendário e cavalheiresco episódio de Os Doze de Inglaterra, surge uma tempestade.

Vasco da Gama, vendo a quase destruição das suas caravelas, reza ao seu próprio Deus, mas é Vênus quem ajuda os portugueses ao enviar as Ninfas para seduzir os ventos e acalmá-los. Depois da tempestade, a armada avista Calicute e Vasco da Gama dá graças a Deus. O canto termina com o poeta especulando sobre o valor da fama e da glória alcançadas por meio de grandes feitos.

Canto VII

Depois de condenar algumas das outras nações da Europa (que em sua opinião não cumprem os ideais cristãos), o poeta conta que a frota portuguesa chegou à cidade indiana de Calicute. Um muçulmano chamado Monçaide cumprimenta a frota e conta aos exploradores sobre as terras que alcançaram. O rei, Samorin, fica sabendo dos recém-chegados e os convoca. Um governador e oficial do rei, chamado Catual, conduz os portugueses ao rei, que os recebe bem. O Catual conversa com Monçaide para saber mais sobre as novidades. O Catual então vai pessoalmente aos navios portugueses para confirmar o que Monsayeed lhe disse e é bem tratado.

Canto VIII

O Catual vê uma série de pinturas que retratam figuras e acontecimentos significativos da história portuguesa, todas detalhadas pelo autor. Baco aparece em uma visão para um padre muçulmano na corte de Samorin e o convence de que os exploradores são uma ameaça. O padre espalha as advertências entre os catuais e a corte, levando Samorin a confrontar Vasco da Gama sobre suas intenções. Da Gama insiste que os portugueses são comerciantes, não bucaneiros. O rei então exige provas dos navios de Vasco da Gama, mas quando ele tenta retornar à frota, Vasco da Gama descobre que o Catual, que foi corrompido pelos líderes muçulmanos, se recusa a emprestar-lhe um barco no porto e o mantém prisioneiro. Da Gama consegue se libertar somente depois de concordar que todas as mercadorias dos navios sejam trazidas para a costa para serem vendidas.

Canto IX

Os muçulmanos planejam deter os portugueses até que a frota comercial anual de Meca chegue para atacá-los, mas Monçaide conta a Gama sobre a conspiração, e os navios fogem de Calicute. Para recompensar os exploradores por seus esforços, Vênus prepara uma ilha para eles descansarem e pede a seu filho Cupido que inspire Nereidas com desejo por eles. Quando os marinheiros chegam à Ilha do Amor, as ninfas do oceano fingem que estão fugindo, mas se rendem rapidamente.

Canto X

Durante uma suntuosa festa na Ilha do Amor, Tétis, agora amante de da Gama, profetiza o futuro da exploração e conquista portuguesa.
Acabado o banquete, Tétis convida o Gama para o espectáculo da Máquina do Mundo, o espectáculo único das esferas celestes de Ptolomeu.
A epopeia termina com um epílogo, em que o poeta reforça a dedicatória da obra ao jovem rei D. Sebastião e aproveita, como homem experiente da vida, para lhe dar alguns conselhos: que se aconselhe com os melhores, governe com justiça, premeie apenas e sempre quem merece, lute com bravura e inteligência para expandir Portugal e a fé cristã. ( )
  Marcos_Augusto | Mar 29, 2021 |
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Luís Vaz de Camõesprimär författarealla utgåvorberäknat
Bacon, LeonardÖversättaremedförfattarevissa utgåvorbekräftat
Mickle, William JuliusÖversättaremedförfattarevissa utgåvorbekräftat
Ramos, Emanuel PauloRedaktörmedförfattarevissa utgåvorbekräftat
White, LandegÖversättaremedförfattarevissa utgåvorbekräftat
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First published in 1572, The Lusiads is one of the greatest epic poems of the Renaissance, immortalizing Portugal's voyages of discovery with an unrivalled freshness of observation.At the centre of The Lusiads is Vasco da Gama's pioneer voyage via southern Africa to India in 1497-98. The first European artist to cross the equator, Camoes's narrative reflects the novelty and fascination of that original encounter with Africa, India and the Far East. The poem's twin symbolsare the Cross and the Astrolabe, and its celebration of a turning point in mankind's knowledge of the world unites the old map of the heavens with the newly discovered terrain on earth. Yet it speaks powerfully, too, of the precariousness of power, and of the rise and decline of nationhood,threatened not only from without by enemies, but from within by loss of integrity and vision.The first translation of The Lusiads for almost half a century, this new edition is complemented by an illuminating introduction and extensive notes.

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